quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Cadeia e Chafariz de Tiradentes


Como prometido, falaremos agora mais sobre o que ficou pendente do último Post.

Cadeia

Foi construída no séc. XVI para abrigar a cadeia da vila. Geralmente a cadeia fica junto da câmara e em uma praça pública, mas, nesse caso, encontramos a cadeia separada da câmara e em frente à igreja do Rosário.
Foto mostrando o acesso da cadeia em frente a igreja.
Em Tiradentes encontra-se o mesmo que nas outras cidades coloniais, mas em menor escala. A Cadeia é um bom exemplo pra tal.
Ela é térrea e o desnível do local foi aproveitado para um porão, onde é outra cadeia. Dependendo do crime ou do estatus do cidadão, ele poderia ser levado para a cadeia de cima ou para a de baixo. Geralmente os mais pobres e sem prestígio eram os que ficavam nesse porão. 
O interessante dela é que, enquanto ao longo da cidade encontramos todas as casas de cor branca com o detalhe das esquadrias e ornamentos coloridos ou em pedra, seu edifício possui as paredes rosa com as cantarias em pedra, o que mostra uma diferença de importância e funcionalidade, destacando-a de todo o resto.
Um dado importante sobre ela era sua relação com a sociedade. A população poderia ver que o criminoso estava realmente preso através de suas janelas grandes (com grades), satisfazendo e promovendo a segurança da cidade.  E por essas janelas ele recebia da população comida e roupa, que não eram oferecidos na cadeia, porém sem humilhação do prisioneiro.
E se o criminoso fosse alguém de grande importância e tivesse escravos, poderia colocar o próprio escravo representando-o na prisão. Por mais que esse sim não tivesse muito prestígio na época, o escravo não ficava preso, mas era reaproveitado para trabalhar nas obras públicas. 

Foto mostrando o interior.
Foto: Extraído da Flickr (Link no final)

Foto mostrando os fundo da cadeia com o desnivel sendo aproveitado para porão.
Foto: Extraído da Flickr (Link no final) 




Chafariz

Foto do Chafariz de São José.
Foto: Extraído da Flickr (Link no final)
 Antigamente, essa era a forma de fornecer água para aquela população.  A água (vinda de um aqueduto ou outra qualquer construção realizada com pleno conhecimento de engenharia sobre mecânica dos fluidos) fica na bacia do chafariz onde os escravos iam pegá-la para levar para as casas.
  O Chafariz de São José em Tiradentes é um dos melhores exemplares de Chafarizes e da arquitetura oficial daquela época. Ele é o único para a vila toda. Além do pano vertical envolto por volutas em cantaria, enquadrada em um pequeno nicho está a imagem de São José, encimado por uma cruz, de onde saem três bicas em forma de carrancas. Ainda possui três bacias independentes em cantaria para o abastecimento da população, lavagem de roupas e utensílios e água para animais e tropa.
Biscas em forma de carrancas
Foto: Marcus Alvarenga
Aqueduto de pedra levando a água para
o chafariz.  Foto: Extraído da Flickr (Link no final)




























Nicho mostrando a imagem de São José.
Foto: Extraído da Flickr (Link no final)



Desenho mostrando o chafariz em planta e fachada.
Imagem: extraído do livro Arquitetura no Brasil de Cabral a Dom João VI























Em próximo post, falaremos da Arquitetura Religiosa de Tiradentes.

Fontes:
- VERISSIMO, Francisco, BITTAR, William, MENDES, Chico. Arquitetura no Brasil de Cabral a Dom João VI. Rio de Janeiro: Imperial novo milênio 2010
- BITTAR, William S. M. Tiradentes - MG: Cadernos de Arquitetura no Brasil. Rio de Janeiro: Universidade Gama Filho.  2012

Imagens :
- VERISSIMO, Francisco, BITTAR, William, MENDES, Chico. Arquitetura no Brasil de Cabral a Dom João VI. Rio de Janeiro: Imperial novo milênio 2010
- Marcus Alvarenga
- Acervo Pessoal

terça-feira, 24 de julho de 2012

Tiradentes ou São José del Rey


Rua em Tiradentes mostrando as casas
e o calçamento. Foto: Marcus Alvarenga
A antiga cidade de São José del Rey em Minas Gerais, mais conhecida hoje como Tiradentes, é mais uma cidade que possui grande importância histórica para o nosso país. Ela é uma das cidades que fez parte da busca pelo ouro e seu nascimento é semelhante ao das outras dessa mesma época. Sendo essa uma cidade colonial, não há muita variação de seu cenário comparado com as outras cidades coloniais. Ela possui lotes estreitos e profundos, ruas sem arborização, sinuosas, acidentadas, entrecortadas por becos e vielas, calçamento em pé de moleque, fachada com beirais aparentes, portas e janelas grandes e coloridas com as paredes brancas e uma arandela de ferro da época, e, se estiver ainda envolto por uma névoa, produz um cenário perfeito que nos faz lembrar das lendas, assombrações e conspirações que deviam ter acontecido naquele local.

Cidade vista de longe mostrando como  a cidade não possui uma
 topografia tão acidentada. 

Chafariz até hoje ativo
Foto: Marcus Alvarenga
No aspecto urbano,  o fato de a cidade não possuir muitas riquezas (comparando a quantidade de ouro extraída em Tiradentes com Ouro Preto)  e a topografia local permitiram que seus fundadores optassem por implantar curvas de níveis, em tabuleiros, evitando as grandes ladeiras como era em Vila Rica (Ouro Preto).  Tanto que a cidade só possui três grandes ladeiras, sendo a sua principal levando à igreja da Matriz.

Em aspecto arquitetônico, Tiradentes consegue ter os três tipos de exemplares arquitetônicos que uma cidade pode ter: Civil, Oficial e religiosa.
Civil: São as antigas casas e casarões coloniais que encontramos ao longo da cidade, podendo ser tanto térreas quanto sobrados.
Oficial : Devido à falta de riquezas, a cidade teve pouco desses exemplares, valendo destacar três edificações de suma importância, que são a Cadeia antiga, a Câmara e o Chafariz de São José, que até hoje se encontra ativo.
Cadeia 

Religiosa: Como no interior do Brasil só foi permitida a entrada das irmandades e confrarias, possuímos em Tiradentes somente igrejas e capelas. Podemos dividi-las em três categorias: 1- Capela com frontões triangulares, acompanhando o caimentos das águas do telhado, como as igrejas de Santo Antonio do Canjica, São Francisco de Paula e São João evangelista.  2- Capelas com frontões curvilíneos, demonstrando uma maior preocupação formal, em sintonia com os modelos eruditos de inspiração barroca, incluindo Bom Jesus Agonizante, Nossa Senhora das Mercês e Nossa Senhora do Rosário. 3- A matriz, mostrando boa qualidade, formal e funcional, e atendendo a um repertório barroco. E temos ainda o passo. Esse atendente o repertório arquitetônico das igrejas e só é aberto no dia da paixão, para simular a relembrar a passagem de cristo indo para a crucificação. São 7 passos no total em toda a cidade. 

Igreja da Matriz, Atendendo a 3ª
categoria - Foto: Marcus Alvarenga
Igreja Nossa Senhora do Rosário,
Atendendo a 2ª categoria
Foto: Marcus Alvarenga

Igreja São Francisco de Paula,
atendendo ao 1º categoria 


Um Passo
Foto: Marcus Alvarenga
E não para por ai.
Ao longo da cidade encontramos também exemplares de casas começando a atender à arquitetura neoclássica e ao eclético. São poucas, mas mostram que a cidade não parou no tempo.

E algo que não podemos esquecer é falar sobre o nome da cidade, Tiradentes, que foi dado em homenagem ao alfere Joaquim José da Silva Xavier - o Tiradentes.
Memória a Tiradentes 
"...foi em São José que o menino cresceu ouvindo histórias do ouro, como a do Capão da Traição, ali próximo, ou da Guerra dos Emboabas, quando as mulheres paulistas exigiram a iniciativa de seus maridos em resistir ao poder. Ali ele freqüentou as ordens religiosas com seu pai e aprendeu, com o padrinho, o ofício que lhe valeu o apelido.  De São José partiu para tentar a sorte: dentista, tropeiro, minerador e finalmente alferes. De São José o Alferes saiu do estigma de traidor da Coroa para a Glória de luta por um Brasil melhor livre de qualquer jugo."  

Em próximos posts, serão melhor explicados a Antiga Cadeia, o Chafariz, a Arquitetura Religiosa e falaremos de sua cidade vizinha São João del Rey.
Até a próxima.

Cemitério ao lado da Igreja da Matriz
Foto: Marcus Alvarenga


Indo a Tiradentes.
Patricia Otranto

Terra da inconfidência
ouro que causa inocência
inocência de um mundo
que nunca existiu

Sensação vibrante
das terras calmas e brandas
campos verdes refletindo
a paz que há em mim

Céu religioso
pintado nas igrejas
sol abençoado
e noite a assombrar

Será que há seres estranhos?
Não sei.
Mas há os que viveram lá
e sua memória 
escondida em seus túmulos está. 




Fontes:
VERISSIMO, Francisco, BITTAR, William, MENDES, Chico. Arquitetura no Brasil de Cabral a Dom João VI. Rio de Janeiro: Imperial novo milênio 2010
BITTAR, William S. M. Tiradentes - MG: Cadernos de Arquitetura no Brasil. Rio de Janeiro: Universidade Gama Filho.  2012

Fotografia:
- Fotografo: Marcus Alvarenga
- Acervo Pessoal

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Programa De Férias

Iniciativa muito interessante.

Um programa de Férias incluindo jogos, histórias e brincadeiras do acervos do Museu Nacional de Belas Artes para toda a família
Ocorre nos dias 21 e 28 de Julho (aos sabados) as 14hrs
Incrições gratuitas pelo e-mail educacao@mnba.gov.br
ou pelo tel: 22198474
Sujeito a lotação




Fonte:
 - link: http://casasdopatrimoniorj.blogspot.com.br/

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Rio de Janeiro em 1936

Um documentário, dirigido pelo norte americano James A. Fitzpatrick‘s, mostra um Rio de Janeiro diferente  da cidade que conhecemos hoje: O Rio de Janeiro da década de 30.

Esse vídeo, talvez, seja o mais antigo que possuímos sobre a cidade sendo ainda colorido.  Ele mostra construções antigas que foram demolidas, mas que faziam parte do cenário carioca, como Palácio Monroe e o Palácio Mourisco da praia de botafogo.
O vídeo também mostra o Pão de açúcar sem os prédio envolta, a praia de Copacabana com poucos edifícios em sua orla, o teatro municipal, a Av. Central, Av. Beira Mar, o inicio de alguns prédios modernos, dentre outros.

Além da cidade, mostra também o cotidiano, os automóveis, as pessoas, as roupas, tudo que foi do Rio que hoje está na memória de quem vivenciou essa época.

Abaixo, o vídeo e algumas imagens antigas mostrando todos esses elementos. 


1

Palácio Mourisco
Postal do Palácio Monroe




terça-feira, 1 de maio de 2012

Fábrica virara Sala de Concerto no Interior de São Paulo.

Um projeto de restauração e revitalização interessante. Vale a pena conferi.

Imagem ilustrativa em como ficará o edifício. 


Atual situação da antiga fábrica
A antiga - e tombada - Fábrica São Martinho, localizada em Tatuí, no interior do Estado de São Paulo, deve ser restaurada e transformada em uma grande sala de concertos e orquestras pelas mãos do escritório de arquitetura paulistano PPMS – Pedro Paulo de Melo Saraiva. Em homenagem ao maestro João Carlos Martins, a sala ganhará o seu nome.

Para enfrentar o desafio de restaurar um bem tombado, o PPMS partiu de um princípio básico: se apropriar do terreno da antiga fábrica preservando ao máximo o bem existente. A antiga torre, por exemplo, será completamente preservada, e, em conjunto com a Praça São Martinho – localizada bem na frente da edificação -, que será revitalizada, vai se tornar a referência imediata para a entrada de pedestres. 

A partir desta entrada principal, o grande hall é o primeiro ambiente encontrado e deve servir também como elemento articulador das demais dependências do conjunto. Meio nível acima deste hall – que também abriga bar, restaurante e bilheteria e conta com uma cobertura transparente – está o foyer principal. Já meio nível abaixo está o Museu com acervo do Maestro João Carlos Martins e, ainda, um salão nobre e a administração do complexo. A maioria desta primeira parte do complexo vai nascer da estrutura preservada da antiga fábrica.

O grande foyer dá acesso ao principal ponto deste conjunto, a sala sinfônica propriamente dita, e, a partir daí, começam também as grandes criações do PPMS. As rampas de acesso, por exemplo, todas protegidas por vidros, ligam o foyer a duas entradas distintas da sala. Já a sala, que deverá ser criada do zero pelos arquitetos, terá capacidade para aproximadamente 1.000 pessoas e deve obedecer todos os requisitos para atingir a acústica ideal de uma sala de concerto. A começar pelo formato tradicional de ‘caixa de sapatos’ – com platéia principal, platéia lateral e dois balcões. Tal configuração permite bom envolvimento entre público e orquestra. O palco foi dimensionado para um conjunto de aproximadamente 90 músicos e coro elevado para 60 vozes. Através do partido estrutural adotado, o volume da sala sinfônica fica suspenso, liberando o chão para estacionamento de veículos, de ônibus e doca de carga e descarga.

Planta Baixa


Por último, mas não menos importante, foi projetado um edifício anexo. Ele é independente da sala sinfônica, porém articulado a ela por meio de duas passarelas e deve abrigar camarins, salas de ensaios, depósitos, oficinas, diretoria da orquestra, convívio dos músicos e restaurante. Abaixo deste bloco, está ainda reservada uma área para vão livre, que deve propiciar atividades e convívio, além de uma praça e jardim remanescentes.

Um dos sócios do escritório, Pedro de Melo Saraiva, conta que as dimensões exigidas pela sala sinfônica - 30m de largura, 41,25m de comprimento e 20m de altura - foram um susto inicialmente. "Como a caixa, que será completamente nova, já é bem grande e rouba a cena, tivemos que ter sutileza nos outros elementos para marcar a intervenção", conta Pedro. 

Corte. 


Por isso, nos três blocos foram utilizadas volumetrias e materiais neutros e distintos entre si, a fim de marcar a intervenção e resguardar a história da construção tombada. Assim, o bloco I tem sua expressão na edificação mantida; o bloco II, por suas necessárias dimensões e por seu revestimento em placas e telas em zinco-titânio, estabelece um interessante jogo de planos e transparências; e, por fim, o bloco III, é todo em concreto armado aparente.

O projeto encontra-se em fase de Estudo Preliminar e deve ser submetido à aprovação dos órgãos de patrimônio responsáveis em breve. A área total construída será de aproximadamente 11.000 m².

Sala de Concertos e Orquestras Maestro João Carlos Martins
Arquitetura e coordenação geral - PPMS Arquitetos Associados - Pedro Paulo de Melo Saraiva, Pedro de Melo Saraiva, Fernando de Magalhães Mendonça 
Colaboradores arquitetos Christian Nobre e Alex Lima de Holanda 
Estagiárias Paula Hori e Dulci Cipriano
Consultoria em Acústica Acústica & Sônica/arquiteto José Augusto Nepomuceno
Levantamento do existente arquiteta Daniela Mungai 

Local Tatuí, SP
Área total 11 mil m²
Ano 2011/2012




domingo, 8 de abril de 2012

Neoclássico - Palácio Itamaraty

Um lugar que, quando você passa pela Rua Marechal Floriano, não imaginaria que seria grande por dentro, com um grande espelho d'água, carpas e cisnes nadando em harmonia diante de edificações que te transportam para o passado. Esse lugar é o Palácio Itamaraty.

Fachada Frontal do Palácio. Rua Marechal Floriano.
Fachada de Fundos mostrando o espelho d'água e palmeiras
Para quem não o conhece, ele foi residência do conde do Itamaraty, Francisco José da Rocha. Sua obra só foi concluída no ano de 1854, sendo vendido em 1889 para ser a sede do Ministério das Relações Exteriores. Com a mudança da capital para Brasília, essa função saiu do edifício e hoje o local é o escritório de representação do Ministério das Relações Exteriores no Rio de Janeiro. Parte dele também abriga os grandes acervos do Museu Histórico e Diplomático, do Arquivo Histórico e da Mapoteca. No prédio também está o Escritório de Informações das Nações Unidas (ONU) no Brasil.


Cisne branco descansando.
Uma jóia da nossa cidade de edificação neoclássica. O palácio, tanto no seu interior quanto no exterior, é um bom exemplo e referência desse estilo arquitetônico que se passou no séc. XIX no nosso país. Para começar, é um edifício que, em sua fachada, não possui um frontão triangular, mas possui ritmo,  modulação e simetria. Utiliza o rosa claro, que era uma cor característico do estilo, faz uso do balcão com ferro forjado e de platibanda para esconder o beiral do telhado  e possui uma entrada para o automóvel da época.  Em seu pátio interno, existe um grande espelho d'água contendo várias carpas e 3 cisnes nadando, um preto e dois brancos, formando um cenário mais romântico no local. Em volta desse espelho, encontramos palmeiras grandes e duas outras edificações, que foram construídas depois do palácio em si e que abrigam o escritório do ministérios das relações exteriores e o da ONU.
Imagem da Biblioteca e Mapoteca.


Ao fundo, onde é hoje a biblioteca e a mapoteca, temos mais um edifício. Esse sim possui um grande frontão triangular e é sustentado por colunas jônicas, fazendo lembrar um antigo templo grego.  No entanto, em seu lado de fora ainda encontramos portas grandes com vidraças de vidro que mostram a evolução dos materiais daquele período da história.


Por fim, em seu interior, também podemos encontrar exemplos de uma composição neoclássica. O teto possui frisos e desenhos trabalhados, sanca, frisos nas paredes, papel de parede, móveis Luis IV, piso em mármore, piso em madeira, espelhos, cortina, lustres, castiçais antigos e até um elevador particular (daqueles antigos), que mostram claramente a elegância e o luxo da alta sociedade daquele tempo. 

Sala dos Índios (de jantar).







Sala Amarela.












Salão de Baile




















Para quem quiser conhecer.
Endereço: Rua Marechal Floriano, 196 - Centro 
Telefone: (21) 2263-4967/3633


Fotografia e Imagens
 - Patricia Otranto
 - Bruno Santos
 - Guilherme Nascimento
 - Wikipedia.

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Casas do Patrimônio do Rio de Janeiro: Patrimônio cultural carioca é tema de curso na Cas...

*Divulgando*

Casas do Patrimônio do Rio de Janeiro: Patrimônio cultural carioca é tema de curso na Cas...: Patrimônio cultural carioca é tema de curso na Casa do Saber A diversidade e a origem do patrimônio cultural carioca serão discutidos por Carlos Fernando Andrade e Márcio Roiter durante o curso “As muitas faces do patrimônio do Rio. Da formação histórica e urbana ao modernismo carioca”, de 12 de abril a 03 de maio, na casa do Saber Rio.
O curso abordará a formação histórica e urbana da cidade e seu entorno, a arquitetura luso-brasileira, os estilos do século XIX, o Art Nouveau e o Art Déco, além do Modernismo carioca.
Carlos Fernando Andrade é arquiteto e doutor em urbanismo pela PROURB-FAU-UFRJ. Foi superintendente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) no Rio e presidente do IAB-RJ. Márcio Roiter é fundador-presidente do Instituto Art Déco Brasil, curador da exposição “Art Déco: coleção Berardo, what a wonderful world”, na Ilha da Madeira, 2010/2012, e autor do livro "Rio de Janeiro Art Déco".
A Casa do Saber Rio fica na Avenida Epitácio Pessoa, 1164, na Lagoa, e mais informações podem ser obtidas pelo telefone             21 2227-2237 begin_of_the_skype_highlighting            21 2227-2237      end_of_the_skype_highlighting begin_of_the_skype_highlighting            21 2227-2237 begin_of_the_skype_highlighting            21 2227-2237      end_of_the_skype_highlighting      end_of_the_skype_highlighting       e pelo e-mail inforio@casadosaber.com.br.




Fonte:http://casasdopatrimoniorj.blogspot.com.br/2012/04/patrimonio-cultural-carioca-e-tema-de.html?spref=bl